Melhores Destinos Smiles: A Inovação em Dublin

Dublin

Trata-se de uma das cidades preferidas dos brasileiros para viver na Europa. Não é para menos: Dublin nunca esteve tão vibrante e sabe combinar o antigo e o novo na dose certa. Além de pubs centenários e ruelas medievais muito bem preservadas, onde se respira um rico legado boêmio e literário – afinal, essa é a terra de escritores como James Joyce (1882-1941) e Oscar Wilde (1854-1900), a capital irlandesa é lugar de restaurantes modernos, cafés e galerias de arte e de design. Tudo embalados pelo rock e pela música folk irlandesa que ecoam em quase toda esquina. Nos últimos anos, escritórios do Facebook, do Airbnb e de diversas outras empresas inovadoras se instalaram na cidade, tornando-a um importante centro tecnológico. A pé ou de bicicleta, vale explorar as distintas facetas dublinenses e se deixar envolver pela simpatia dos locais. Cheers!

Cidade de Dublin

Comer

The Pig’s Ear: Comandado pelo badalado chef Stephen McAllister e escondido em uma portinha da Nassau Street, tem uma interessante carta de vinhos e gastronomia refinada – desde 2009, figura na lista do guia Michelin na categoria Bib Gourmand (boa cozinha aliada a um bom preço). O menu de três pratos custa 26,95 euros. Para não perder a viagem, é recomendável fazer reserva.

Comida de Dublin

Drury Buildings: De influência italiana e com um aconchegante jardim interno, o restaurante serve pratos a 10 euros e drinks sazonais que usam xarope feito na casa, como o Manhattan (10,90 euros). O croquete de prosciutto, parmesão e mel é uma entrada quase obrigatória (6 euros).

The Winding Stair: Pertinho da Ha’penny Bridge e com vista privilegiada do rio Liffey, serve brunch e jantar com pratos que valorizam ingredientes locais, como o salmão e o chouriço irlandês, e sobremesas harmonizadas com bebidas alcóolicas. Uma pequena e charmosa livraria funciona no térreo.

Temple Bar Food Market: Aos sábados, das 10h às 16h30, agricultores vindos do interior do país – e até da Irlanda do Norte – vendem chocolates orgânicos, queijos artesanais, comidinhas e sucos veganos em uma feira montada na praça Meeting House Square, no Temple Bar.

Comprar

Brown Thomas: Queridinha do high society local, a Brown Thomas é uma loja de departamentos luxuosa que exibe galerias de marcas como Louis Vuitton, Chanel, Prada e Hermès. Situada no encontro da Grafton Street com a Wicklow Street, também comercializa artigos de conceituados designers irlandeses, como J. W. Anderson, Orla Kiely e Louise Kennedy.

The Powerscourt Townhouse Centre: Ocupando uma elegante mansão de arquitetura georgiana na região do Creative Quarter, o centro comercial Powerscourt Townhouse abriga boutiques como All Saints e French Conection, além de descolados cafés, antiquários e galerias de arte e design. Há, ainda, lojas especialmente dedicadas a noivas, com joias e vestidos para todos os gostos.

The Rage: É a casa dos amantes da música e do vídeo game: vinis de hip hop, funk, soul e o melhor do rock dos anos 70 e 80 dividem espaço nas prateleiras com jogos de consoles como Nintendo, Playstation e Mega Drive. No subsolo, é possível achar boas opções de toca-discos com preços para diferentes bolsos.

George Street Arcade: O passeio pelo mercado vale tanto para conhecer o edifício histórico, de estilo vitoriano e tijolos vermelhos, quanto para cavar preciosidades no sebo Stokes Books (com livros a partir de 5 euros). Há, também, brechós e diversas lojinhas que vendem pôsteres, suvenires e quinquilharias, como moedas e notas de dinheiro antigas.

Sair

The Long Hall: Com 250 anos de história, o pub de arquitetura vitoriana tem piso em carpete, mobília de madeira, paredes em tom vermelho e luz baixa. Em quatro de suas 15 torneiras jorram cerveja artesanal, entre elas a Galway Hooker (5,95 euros o pint). Fazer um brinde aqui é lei.

Cidade de Dublin

The Stag’s Head: Pub dos mais autênticos e charmosos da cidade, ele oferece sessões de música tradicional irlandesa ao vivo nos finais de semana, stand up comedy nas noites de segunda-feira e uma espécie de sarau na última quarta-feira de cada mês. É um dos lugares preferidos dos locais.

Front Door: Localizado na movimentada Dame Street, o bar recebe todas as noites bandas de jazz, rock e de outros gêneros que fazem um som de primeira qualidade. No subsolo, a música eletrônica rola em alto e bom som.

Pygmalion: Bar e restaurante com ambiente descolado e ótimo menu de porções e drinks. Válida de domingo a sexta-feira, a promoção 2 por 1 é um incentivo e tanto para provar o Mai Tai e o Pornstar Martini por 13 euros. Se não há chuva, a pedida é sentar nas mesinhas colocadas na calçada.

Fotos: Claus Lehmann

Quando ir?

Além de ser um período de clima agradável, a primavera reserva uma das comemorações irlandesas mais famosas: o St. Patrick's Day (Dia de São Patrício, em português), celebrado março.

Como chegar?

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voos

Os voos chegam ao aeroporto de Dublin, situado a cerca de 10 km ao norte do centro da cidade. Saiba mais sobre os voos.

Dicas

  • Sweny’s Pharmacy: volte no tempo e entre no universo do escritor James Joyce nesta combinação de antiga farmácia e sebo que celebra sua obra com leituras diárias. Feitas em cinco idiomas (a versão em português é aos sábados, das 15h às 16h30), abrangem os livros Ulisses, Dublinenses, Retrato do artista quando jovem e Finnegans Wake (o último romance dele, publicado em 1939).
  • National Gallery of Ireland: com entrada gratuita, o museu guarda em seu acervo permanente obras de Picasso, Van Gogh, Monet e de diversos artistas irlandeses, como Walter Frederick Osborne, Nathaniel Hone e Jack B. Yeats, irmão do poeta W. B Yeats. Bom programa para a família inteira – aproveite os workshops com artistas para desenvolver suas habilidades de desenhar!
  • Trinity College: fundada em 1952, a universidade mais antiga do país preserva uma biblioteca centenária que guarda raridades como o Book of Kells, um manuscrito escrito por monges celtas no século 9. Destaque para a Long Room, uma sala de dois andares e mais de 60 metros de extensão que tem uma arquitetura impressionante.
  • Guinnness Storehouse: Espécie de fábrica-museu que celebra a história da cerveja mais famosa do país, o lugar atrai 1,6 milhão de visitantes por ano. Com áudio-guia em português e espaços de degustação, o passeio termina no Gravity Bar, no sétimo e último andar do prédio, de onde se tem uma bela vista em 360º da cidade.

The Westin Dublin: Hotel de luxo adaptado a um prédio erguido no século 19 e com vista para o Trinity College, o Westin Dublin conta com serviço de spa, lounge para almoço e café da tarde, e o Mint Bar, um sofisticado bar de alta coquetelaria.

The Westbury: Hotel de alto padrão, o Westbury oferece conforto e luxo em 178 quartos e 27 suítes. Decorados com tapetes de lã irlandesa feitos sob medida e mobiliados com poltronas e cadeiras da renomada marca britânica George Smith, os aposentos contêm artigos de higiene Aromatherapy Associates e máquinas Nespresso.

The Dylan: Localizado em um bairro tranquilo, um pouco afastado do centro, o Dylan é o hotel boutique mais badalado de Dublin. Seus 44 quartos dispõem de bases para iPods carregados com áudio-guias de passeios a pé por pontos turísticos da cidade. Aberto em um terraço ao ar livre, o Bar Dylan oferece uma excelente seleção de drinks e vinhos.

The Clarence: De cara para o rio Liffey e para o agito do Temple Bar, o charmoso Clarence tem quartos decorados individualmente e móveis feitos por artesão irlandeses. Concorrido, o sofisticado Octagon Bar serve bebidas e coquetéis premiados em um ambiente Art Déco. O rooftop já foi usado como palco para uma apresentação do U2 e não à toa: Bono Vox e The Edge são os donos do hotel.

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