Pérola do Oriente

Xangai é a maior e mais moderna cidade da China. Fica na costa leste do país, na margem do Rio Huangpu, no delta do Yang-tsé-Kiang.

Se transformou no maior centro comercial e financeiro do extremo oriente. A década de 1930 foi o seu período de “ouro”, quando conviveu com a sede de grandes bancos e edifícios de escritórios, inspirados na arquitetura europeia.

O Bund fica nas margens do Rio Huangpu: é um dos lugares mais charmosos da cidade e uma das principais marcas de Xangai. Cheio de hotéis, bancos, escritórios e clubes, que foram símbolos das potências comerciais europeias. Caminhar pelas calçadas do Bund é um excelente programa para quem visita Xangai.

A Região de Pudong fica do outro lado do Bund e é a área mais moderna da cidade. Possui uma vida noturna animada, com bares, boates e restaurantes por todos os lados. Até a década de 70, lá era o bairro mais pobre da cidade. Um amontoado de favelas, prostíbulos e violência urbana. Em 1990, foi transformado em uma Zona Econômica Especial, áreas especiais definidas pelo governo de Deng Xiao Ping, que deveriam receber subsídios e incentivos públicos para atrair investimentos capitalistas estrangeiros.

Um dos destaques do bairro é a Torre de TV Pérola do Oriente, um dos marcos visuais de Xangai. A torre possui 457 metros de altura e lá do alto pode-se ter uma vista espetacular da cidade.

Na Cidade Velha, fica o Bazar e os Jardins Yu Yuan, um labirinto de casas antigas com um conjunto de lojas em que se vende de tudo um pouco, como suvenires para turistas e medicamentos tradicionais. Um dos destaques do complexo é a Casa de Chá Huxingting, no centro do lago. A ponte em zigue-zague que dá acesso à casa principal foi feita assim para afastar os maus espíritos, que não viram esquinas. No centro desse complexo, fica o Jardim Yu Yuan, ou Jardim da Felicidade. Um dos destaques do Jardim fica para os muros que cercam a estrutura. Sobre os muros estão enormes dragões ondulados.

A Concessão Francesa é um dos bairros mais interessantes de Xangai. Essa área era dominada pelos franceses desde o final do século XIX até a Segunda Guerra Mundial. Hoje, é um bairro animado, com hotéis, restaurantes e um comércio vibrante. O Xintiandi é um conjunto de ruelas, escondido entre os grandes prédios, onde existe uma grande concentração de bares e restaurantes.

Quando ir

Xangai fica numa área de clima temperado oceânico. Possui um inverno frio e verão quente, mas não inviabiliza a visita em nenhuma época do ano. O ideal é fugir dessas estações, portanto, a primavera e o outono são os melhores períodos. É fundamental ficar atento e evitar os grandes feriados chineses, quando é complicado viajar pelo país. O Ano Novo Chinês é uma data móvel entre janeiro e fevereiro. Todos os chineses viajam nesse período: eles costumam voltar para as suas cidades natal.

Como chegar

VOOS

Não existem voos diretos do Brasil para Xangai. Opções com conexão saem de várias cidades europeias, asiáticas e Estados Unidos. O Aeroporto Internacional de Xangai está ligado ao centro da cidade por um Trem Bala que pode chegar a 430 km/h. A viagem, que pode levar 2 horas de carro, em função dos engarrafamentos, é feita em 9 minutos com o Trem Bala. Brasileiros precisam de visto para entrar na China que pode ser obtido na embaixada e tem uma validade de 90 dias, possibilitando múltiplas entradas nesse período. O passaporte precisa ter validade mínima de seis meses a contar da data de retorno da viagem e é obrigatório também o certificado de vacina contra a febre-amarela.

Hotéis em Xangai

Em Xangai, se hospedar em The Bund é uma boa opção. Localizada no lado leste do Rio Huangpu, a região é sempre agitada e considerada um importante centro histórico e financeiro da cidade. Por lá, você vai facilmente encontrar bons bares, restaurantes e uma vista linda do outro lado do rio. Nanjing Road é também uma boa região para ficar hospedado. Além de estar próxima de importantes atrações turísticas, ela é cercada de lojas e shoppings.

Dicas de viagem

Como circular:

o sistema de metrô é eficiente e de fácil orientação, pois as placas de sinalização estão escritas também em inglês. Para quem acha que usar metrô na China é uma grande aventura, pode optar pelos táxis que não são tão caros. Como geralmente os motoristas não falam inglês, é fundamental que o turista tenha o endereço do hotel ou dos lugares para onde quer ir, escritos num papel. É a forma mais fácil de comunicação.

Templo do Buda de Jade:

conheça o local sagrado de grande procura pelos seguidores do budismo. Ele foi construído para abrigar as duas estátuas de Buda, esculpidas em jade branco, que foram trazidas da Birmânia, atual Myanmar.

Nanjing Lu:

não deixe de conhecer a maior rua de pedestres da China e uma das maiores do mundo. Ela tem um comércio intenso e frenético. A nova e pujante classe média da China faz a festa nas compras das grandes lojas.

Outros destinos

  • Tóquio

O Japão é formado por mais de 6 mil ilhas, sendo que 4 delas são as principais: Honshu, Kiushu, Hokaido e Shikoku.
  • Pequim

Pequim, ou Beijing, como os chineses costumam chamar, é a capital da China, uma gigante de 14 milhões de habitantes.
  • Genebra

Genebra aparece tímida entre outros destinos europeus, mas é convidativa de formas muito singulares.
  • Santorini

A Grécia fica na ponta sul da Península dos Balcãs. Uma parte do país é formada por um grande arquipélago, que se estende pelos mares Adriático, Jônico, Mediterrâneo e Egeu.

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