Melhores Destinos Smiles: Os Safaris no Masai Mara no Quênia

A RESERVA MASAI MARA NO QUÊNIA

No século XIX, quando as fronteiras da África foram divididas por interesses coloniais europeu, o Quênia passou à condição de colônia britânica. As duas maiores cidades do país são Nairobi e Mombassa. Nairobi é uma típica metrópole africana, com mais de 3 milhões de habitantes e grandes contrastes. No centro financeiro, torres modernas espelhadas podem lembrar as grandes cidades das Américas. Na periferia, a favela de Kibera é uma das maiores do mundo e expõe os problemas sociais do continente.

A Reserva Masai Mara fica 300 quilômetros ao sul de Nairobi. São três horas de carro. Nos acampamentos da Reserva, as barracas parecem quartos de hotel. A tenda é ampla, com duas camas de casal e um bom banheiro, hospeda até quatro pessoas confortavelmente, mas as paredes são de lona tencionada.

Toda a região é formada por uma imensa área plana, com vegetação de savana, o maior dos ecossistemas africanos. É lá que vivem a maioria dos grandes animais da África. A abundância de alimento atrai manadas de herbívoros, como antílopes, zebras, girafas, elefantes, rinocerontes, dentre outros. Os herbívoros são a base alimentar dos predadores, como leões, guepardos, leopardos, hienas, crocodilos, etc.

A Grande Migração dos animais é um fenômeno contínuo entre o Quênia e a Tanzânia, que estão em hemisférios opostos. Os animais migram em busca das pastagens verdes dos períodos chuvosos, por isso milhões de gnus e zebras estão o ano inteiro passando do Quênia para a Tanzânia e vice-versa.
O farto capim das savanas alimenta manadas gigantescas de antílopes de todos os tipos e tamanhos. Esses animais são caçados pelos predadores.
O Rio Mara é a principal artéria fluvial dessa região, é infestado de crocodilos e hipopótamos. As manadas que fazem a “Grande Migração”, precisam cruzar o rio e são presas fáceis para os crocodilos. Alguns dos que conseguem atravessar são caçados pelos predadores que ficam circulando nos entornos do rio.

Na subida das barrancas do rio, alguns se ferem, quebram pernas e se tornam presas fáceis. Os que conseguem passar ilesos, terão o prazer de comemorar a vitória ao conquistar as excelentes pastagens da Reserva Masai Mara.

Os Masai são altos e magros, formam um grupo nômade de guerreiros destemidos dessa região dos planaltos africanos. Eles vivem entre o Quênia e a Tanzânia e é o único povo que pode circular livremente entre os dois países, sem restrições.
São criadores de gado e famosos como caçadores de leões. Cuidam dos rebanhos com esmero e aproveitam tudo que o gado pode fornecer, o leite, a carne, o couro e até o sangue.
A importância de um Masai na sua comunidade e a sua classe social está relacionada com a quantidade de vacas que possui. Eles acreditam que todas as vacas do mundo lhes pertencem.

Quando ir?

O clima no Quênia é tropical de altitude: a Reserva Masai Mara fica próxima à Linha do Equador. O calor equatorial é amenizado pela altitude do planalto e não existem grandes diferenças entre as estações do ano, portanto, pode ser visitada em qualquer época. O fenômeno da travessia dos gnus no Rio Mara acontece na primeira quinzena de agosto.

Como Chegar?

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VOOS

Para chegar à Reserva Masai Mara, no Quênia, comece a viagem por Nairobi. A forma mais fácil é fazendo uma conexão em Joanesburgo, na África do Sul. A partir de Nairobi, você chega à Reserva Masai com as opções oferecidas pelas operadoras de turismo. Um transfer de carro por 300 km, percorridos em 4 horas desde Nairobi, por uma estrada razoável, ou com voos de 45 minutos em pequenos aviões. Os brasileiros precisam de visto para entrar no Quênia, que pode ser obtido no aeroporto, na chegada. Basta preencher um documento de imigração e pagar a taxa de U$50,00 para o visto. O passaporte deve estar válido por mais de 6 meses da data do retorno. É obrigatório o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela.
Saiba mais sobre os voos.

Dicas

  • Como circular: os programas de Safari na Reserva Masai Mara precisam ser feitos nos carros especializados oferecidos pelos hotéis ou pelas operadoras de turismo local.
  • Safaris fotográficos: normalmente, nos acampamentos são feitos dois safaris fotográficos por dia. Um sai pela manhã bem cedo e o outro no final da tarde. O objetivo é encontrar os animais nas horas menos quentes do dia, quando os predadores saem para caçar e as chances de presenciar boas “cenas” aumentam.
  • Limite de bagagem: quem vai fazer voos internos, como de Masai a Nairobi, atente-se ao limite de peso das bagagens: 15 kg.

Quem deseja uma hospedagem mais confortável pode procurar pelos hotéis próximos à Reserva Masai Mara. Caso queira se aventurar no safari, há também opções de acampamentos.

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