Melhores Destinos: Um Cruzeiro pela Amazônia

Manaus e o Cruzeiro pela Amazônia

A Floresta Amazônica é a maior floresta equatorial do planeta. Os rios estão por todas as partes e ocupam todos os lugares. Se misturam uns aos outros e impressionam pelo tamanho.

Manaus é a capital do estado do Amazonas, uma cidade moderna, de avenidas largas e bem cuidadas. Possui mais de 2 milhões de habitantes, fica na foz do Rio Negro, espremida entre a floresta e os rios, Negro e Solimões.

A Ponta Negra é uma área de expansão urbana recente, com muitos prédios residenciais modernos e uma excelente área de lazer na beira do rio. O Parque da Ponta Negra possui um calçadão de pedras portuguesas que costuma ficar lotado aos finais de semana, tanto durante o dia como à noite.

O Teatro de Manaus fica no centro da cidade e é um ícone da arquitetura local. É a mais importante obra herdada do Ciclo da Borracha da Amazônia. Vários foram os legados arquitetônicos dessa época.

Na praça do teatro existe uma barraquinha com o famoso tacacá, uma iguaria amazônica, feita do tucupi, um caldo de mandioca brava misturado com o jambu, uma erva da Amazônia, temperos e camarão-seco e é servido como uma sopa forte e encorpada. O Tacacá da Gisela é um dos mais concorridos.

O Rio Amazonas nasce no Peru e adentra no Brasil com o nome de Solimões, que somente passa a se chamar Amazonas a partir do momento em que se encontra com o Rio Negro, após a cidade de Manaus. No Encontro da Águas entre os rios Negro e Solimões, a coloração barrenta do Rio Solimões contrasta com a escura do Rio Negro e os dois rios, a princípio, não se misturam, por causa da diferença de densidade entre as águas, permanecendo separados por muitos quilômetros. Daí o Amazonas segue até a foz, na divisa entre o Amapá e o Pará.

A focagem de jacarés é uma programação típica da Amazônia. Os barcos entram nos igarapés, na noite escura e o guia acende uma lanterna em direção à vegetação que fica sobre a água. A luz atinge os olhos dos jacarés, que brilham e podem ser vistos à distância.

O boto-cor-de-rosa é um mamífero dócil e de fácil convivência com os humanos. Tomar banho com os botos é uma prática comum entre os caboclos da Amazônia e a princípio não oferece riscos. Na Amazônia existe uma lenda que diz que, durante as festas juninas, ele sai dos rios e aparece transformado em um jovem elegante e sedutor, vestido de branco. O boto seduz as moças que em alguns casos aparecem grávidas meses depois.

A maravilhosa vitória-régia é um dos símbolos da Amazônia. A sua folha gigantesca pode chegar até a 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se for bem distribuído sobre a planta.

No Porto de Manaus, vários navios cargueiros de tamanhos diferentes aguardam a vez para embarque de mercadorias produzidas pela Zona Franca de Manaus. O projeto criou na Amazônia um polo industrial com fortes incentivos fiscais e isenção de impostos para empresas que quisessem se instalar por lá.

Quando ir?

O clima da Amazônia é quente e as chuvas são mais intensas de dezembro a junho, quando a temperatura cai um pouco e a visita à cidade é mais confortável, mas pode chover em qualquer época do ano. De julho a dezembro chove menos e o calor é intenso.

Como chegar?

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VOOS

A maneira mais indicada de chegar a Manaus é de avião. Existem voos com conexão saindo de vários lugares. O Aeroporto Internacional de Manaus é hub para voos ao exterior, sobretudo para os Estados Unidos. O transporte fluvial pode ser utilizado para quem vem de Belém, mas é uma aventura lenta, longa e cansativa. Saiba mais sobre os voos

Dicas

  • De hidroavião é possível sobrevoar o Arquipélago das Anavilhanas no Rio Negro, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com mais de 400 ilhas. Sobre a Floresta Amazônica dá para ver a imensidão do seu alcance. A mistura das árvores de várias espécies, que às vezes podem chegar a mais de 50 metros de altura, impressiona.
  • A melhor maneira de circular por Manaus é de táxi. O transporte público não é de qualidade e alugar carro não lhe dá muitas opções de deslocamentos para outros destinos.

Um cruzeiro pelos rios Negro e Solimões pode ser feito no navio Hotel Iberostar Grand Amazon, com 75 cabines e capacidade para 150 hóspedes. O cruzeiro fascina viajantes e exploradores do mundo inteiro, encantados com as dimensões impressionantes dos rios e do conjunto da bacia Amazônica. Foi o primeiro navio de luxo construído especificamente para cruzeiros na Amazônia.

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