Milhas
Quer se sentir vivendo em diversos lugares do mundo com as crianças enquanto brinca no chão de casa? A Smiles preparou dicas e brincadeiras para vocês embarcarem nessa diversão.
Uma das receitas mais típicas do Brasil, com toda certeza, é o pão de queijo mineiro. Quem pode resistir àquela massinha redonda e dourada, com a casquinha crocante e que acabou de sair do forno? Para ficar perfeito, o miolo deve estar macio e elástico, além, é claro, do sabor marcante de queijo. Já passou o café para acompanhar? Aqueça o forno e aprenda essa deliciosa receita!
O pão de queijo pode ser feito com diversos tipos de queijos artesanais oriundos, por exemplo, da Serra da Canastra, Serra do Salitre, Serra da Mantiqueira ou da Região do Serro. Para os mineiros, o que importa é que na receita tradicional não pode faltar queijo curado ou meia cura, além de ser produzido com leite cru. Os dois tipos de polvilhos também são essenciais: o polvilho azedo é o que deixa a massa aerada e o polvilho doce fornece a elasticidade.
O mineiro Lucas Parizi dono da Pão de Queijaria, em Belo Horizonte, desvenda os segredos dessa delícia imbatível.

Ingredientes
Rendimento da porção: 1,5 kg
400g de queijo curado ralado
400-430ml de leite integral
130g de manteiga sem sal
250g polvilho doce
250g polvilho azedo
6-7 ovos
30g sal
Modo de Preparo
1. Ferva a manteiga com o leite.
2. Misture os polvilhos e o sal.
3. Escalde o polvilho: acrescente o líquido quente e a gordura na mistura e vá mexendo.
4. Quando esfriar, separe os grumos com as mãos, deixando-a bem solta.
5. Adicione o queijo e os ovos aos poucos.
6. Sove a massa até atingir o ponto.
7. Unte a mão com óleo para moldar as bolinhas e coloque na assadeira.
8. Asse no forno à 200º (pré-aquecido) de 20 a 30 minutos.
9. Cresceu, dorou, está pronto!
Te Levo de Milhas
Este pão de queijo faz parte do Aproximando Distâncias, um projeto da Gol que traz um pouco da beleza e da riqueza cultural do Brasil para dentro das casas das pessoas. Pelo portal, é possível comprar itens que você só poderia ter acesso viajando pelas diferentes regiões. Entre os produtos estão obras de arte regionais e alimentos típicos, grafite, cestaria, vasos, bijuterias, panelas de barro, bonecas de pano, conserva de pimenta e bala de banana, entre outros. Alguns itens serão entregues porta a porta e outros vendidos por meio de vouchers para retirada no local escolhido dentro de um prazo estipulado. Visite o portal e #ViajeemCasa!
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Pomerode, Blumenau, Ibirama, Joinville, São Martinho e Itapiranga são cidades catarinenses em que a influência alemã é bem marcante. É impossível visitá-las e não experimentar algum prato típico ou uma adaptação da gastronomia germânica. Hum… Já imaginou provar as delícias catarinenses sem precisar sair de casa?
Uma das receitas mais tradicionais é a cuca, um bolo de tabuleiro feito com ovos, farinha de trigo, manteiga e coberto com açúcar, cujo nome tem origem na palavra alemã "Kuchen". Famosa na região do Vale do Itajaí e de Blumenau, a cuca é muito parecida com o Streuselkuchen, tradicional bolo da culinária alemã, porém em terras brasileiras ela ganhou algumas variações como a Bananenkuche, a cuca-de-banana.
Aprenda como preparar em casa esta deliciosa receita que vai fazer você se sentir no Circuito das Festas de Outubro em Santa Catarina. Pode ser na Oktoberfest, na Festa do Pinhão ou na Festa do Divino Espírito Santo! Portanto, prepare o jantar, providencie uma boa cerveja e aumente o rádio para se divertir.
Ingredientes (massa)
1/2 xícara de chá de margarina sem sal
1 xícara de chá de açúcar
1 ovo
Raspas de 1 limão
3 e 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo
2 colheres de sopa de fermento
1 colher de chá rasa de sal
MODO DE PREPARO
1. Misture aos poucos, em um recipiente, a margarina, o açúcar e os ovos até que a massa fique bem homogênea.
2. Acrescente a raspa de limão, o trigo, o fermento e o sal. Misture bem e vá adicionando a água aos poucos.
3. Amasse bem e mexa devagar. Enquanto a massa descansa e cresce, prepare a farofa.
Ingredientes (farofa)
3/4 xícara de chá de margarina sem sal
2 xícaras de chá de açúcar
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 pitada de raspas de limão
MODO DE PREPARO
1. Misture bem os ingredientes até formar uma farofa.
2. Na forma, espalhe bem a massa.
RECHEIO
Distribua fatias de banana e cubra com a farofa. Para assá-la, preaqueça o forno convencional a 180 ºC. A cuca fica pronta, em média, em 20 minutos.
Você pode optar pela cuca sem farofa. Uma alternativa é acrescentar chocolate enquanto ela ainda estiver quente. Aproveite!
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Você pode substituir a banana por morango, pêssego, abacaxi, creme ou o que preferir. Compartilhe uma foto deste prato delicioso com a #ViajeemCasa.
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Você já deve ter visto um desses enormes objetos em formato de estrela em algum filme ou seriado mexicano. Chama-se piñata e está sempre presente nas festas infantis. Essa tradição muito popular no país data do século 16 e tem como objetivo afastar e destruir o mal. Estão preparados para aprender como criar a sua própria Piñata? As crianças vão adorar tanto o antes quanto o depois dessa brincadeira!
Originalmente, lá pelo século XVI, essa brincadeira era feita com uma panela de barro coberta por papel crepom, recheada de doces e balas e pendurada no ar a uma altura média de dois metros. O aniversariante, vendado, devia quebrá-la com um bastão para conseguir alcançar os doces.
Hoje em dia pode ser montada com balão, uma estrutura de papelão, papel machê e jornal, decorada com faixas de papel crepom, laminado ou seda. É só escolher o formato do enfeite e dar asas à imaginação. Depois de pronta, é só pendurar sua piñata e começar a festa! Ah, adultos também podem correr para pegar todas as guloseimas que vão cair no chão! Prepare-se!
Reúna as crianças e aprenda com as dicas do XCaret, o famoso parque da Riviera Maya:

Solte sua criatividade, faça sua piñata no formato que quiser.
Materiais
1 balão grande
Cartolina
Escova
Jornal
Tigela funda
Cola branca
Água
Tesouras
Fita adesiva
Corda ou fio
Glitter
Papel de seda ou crepom colorido
1. Infle o balão e calcule o tamanho da sua piñata, quanto mais ar tiver, maior será.
2. Pegue todo o jornal e corte tiras não muito finas. Elas devem cobrir toda a superfície do balão pelo menos duas ou três vezes.
3. Em um recipiente, despeje cola e água. Não há quantidade exata, apenas certifique-se de que a mistura não seja tão líquida, para que não seja tão difícil colar as tiras de papel.
4. Com o balão inflado, cole cada tira de papel, uma a uma.
5. Quando a primeira camada estiver concluída, comece a colar mais tiras de papel para formar a segunda e a terceira.
6. Espere um dia inteiro para a piñata secar muito bem.
7. "Perfure" cuidadosamente o balão e corte três ou seis quadrados de cartolina.
8. Enrole cada quadrado em formato de cone. Com cuidado, na parte da base, faça pequenos cortes para cima para formar cílios. Cole cada cone na base da piñata.
9. Corte um pedaço de corda de aproximadamente 10 cm e cole-o no topo da piñata.
10. Corte tiras na largura do papel de seda com aproximadamente 15 cm de altura. Depois, corte uma franja pequena. Você decide a espessura, mas é bom que tenham ao menos 2 cm.
11. Separe cuidadosamente cada uma das tiras e cole uma a uma ao redor da base da piñata até chegar ao meio. Verifique se as franjas apontam para cima, pois isso facilitará a colagem das seções a seguir. Você pode combinar as cores que desejar, quanto mais, melhor!
12. Quando terminar de colar a franja na base, repita o mesmo procedimento em cada um dos cones. Lembre-se sempre de começar a colar de baixo para cima.
13. Como você cobriu os cones e a base com sua franja colorida, trace uma pequena abertura com um cortador na parte superior para poder colocar seus doces. Tente não ser muito grande.
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Você pode escolher personagens, animais, sorvete ou nuvem para o formato da sua piñata. Não deixe de registrar a sua criação! Compartilhe a foto da sua piñata com a hashtag #ViajeemCasa.
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Você é daqueles que ama parques de diversões? E enlouquece quando vê uma montanha-russa? É do tipo que, na fila, já está gritando com as mãos para o alto? Se sim, você vai adorar essa playlist que separamos para você!
A Hollywood Rip Ride Rockit é a maior montanha-russa do Universal Studios, em Orlando. Você pode escolher qual a trilha sonora vai embalar a sua aventura durante o trajeto, que leva cerca de dois minutos, e que pode chegar a 105k/h. Muito melhor que ouvir os gritos da galera, né?
Então, para que você sinta aquele friozinho na barriga, separamos a mesma trilha disponível na famosa atração. São 30 músicas divididas em cinco estilos musicais para você curtir: Classic Rock/Metal, Rap/Hip-Hop, Club/Electronica, Pop/Disco e Country.
E aí? Trave os cintos de segurança, aperte o play e sinta-se ladeira abaixo!
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Já imaginou transformar o seu sofá em uma arquibancada? Ou melhor, no camarote com a melhor vista para o campo? Quem ama futebol e adora conhecer os estádios quando viaja vai comemorar este tour 360º, dentro do Allianz Arena, em Munique.
Neste incrível passeio virtual, é possível conhecer todos os lugares do estádio que sediou a abertura da Copa do Mundo de 2006. Do centro do gramado ao camarote, da sala de imprensa ao vestiário – tudo está a apenas um clique de distância. Dentro do museu você pode admirar os troféus conquistados pelo clube ou esbarrar na imagem do goleiro Oliver Kahn no hall da fama.
Mais estádios alemães
Ah! Se tiver mais tempo, além do Allianz Arena, você pode conhecer outros oito estádios de times que competem na Bundesliga, entre eles o do Borussia Dortmund e o do Bayer Leverkusen. É só acessar a plataforma do Football Stadiums.
Faça como os alemães: abra a sua cerveja e aproveite o tour!
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Opções não faltam no Brasil. Temos centenas de brincadeiras, com nomes diferentes, conforme a cidade ou região, todas influenciadas pelos portugueses, africanos e índios. Mas a verdade é que o nome pouco importa! O que vale mesmo são as memórias criadas quando brincamos com as crianças. Estão preparados? Quem vai ganhar?
Opções não faltam no Brasil. Temos centenas de brincadeiras, com nomes diferentes, conforme a cidade ou região, todas influenciadas pelos portugueses, africanos e índios. Mas a verdade é que o nome pouco importa! O que vale mesmo são as memórias criadas quando brincamos com as crianças. Estão preparados? Quem vai ganhar?

Passa anel (“anelzinho”, “jogo do anel” e “jogo do botão”) Sudeste
- 1. Os participantes devem sentar-se em roda com as palmas das mãos unidas.
- 2. Uma pessoa passa o anel entre as mãos de cada integrante, quanto diz: “Guarde esse anel bem guardadinho”.
- 3. Ela escolhe apenas um dos participantes para deixar o anel, sem que os outros percebam.
- 4. Os participantes devem ficar com as mãos unidas o tempo todo para ninguém descobrir com quem está o anel.
- 5. Após passar por todos, a pessoa pergunta a um dos participantes: “Com quem está o anel?”
- 6. Se essa pessoa acertar, ela assume o lugar de quem está passando o anel e a brincadeira recomeça.
- 7. Quando a pessoa escolhida não acerta com quem está o anel, ela “paga um mico ou uma prenda”, cantando ou dançando uma música, imitando alguém etc.

Cabeça, ombro, joelho e pé Centro-Oeste
- 1. Em grupo, cada participante coloca a mão em uma parte do corpo, seguindo a letra da música.
- 2. Os participantes da roda vão cantando cada vez mais rápido.
- 3. Quem errar a sequência sai da brincadeira
t Letra da música:
"Cabeça, ombro, joelho e pé
Joelho e pé
Olhos, orelha, boca e nariz
Cabeça, ombro, joelho e pé
Joelho e pé."

Ordem
Nordeste
O participante deve jogar a bola na parede e pegá-la de volta sem deixá-la cair no chão. A cada rodada, uma pessoa faz o movimento, seguindo o que foi falado pelos outros participantes. Quem errar passa a bola para o colega.
"Ordem" - Joga a bola e a segura de volta;
"Seu lugar" - Joga a bola e a segura sem sair do lugar;
"Sem rir" - Joga a bola e a pega de volta sem rir;
"Sem falar" - Joga a bola e a segura sem falar;
"Sem um pé" - Joga a bola na parede, levanta o pé direito e a segura de volta;
"Para o outro" - Joga a bola na parede, levanta o pé esquerdo e a segura de volta;
"Sem uma mão" - Joga a bola e a segura com a mão direita;
"Para a outra" - Joga a bola e a pega com a mão esquerda;
"Uma palma" - Joga a bola, bate uma palma e a segura de volta;
"Duas palmas" - Joga a bola, bate duas palmas e a segura de volta;
"Pirueta" - Joga a bola, faz a pirueta e a segura de volta;
"Braço em cruz" - Joga a bola, cruza os braços e a segura de volta;
"Mão na cintura" - Joga a bola, coloca a mão na cintura e a segura de volta;
"Mão na nuca" - Joga a bola, coloca a mão na nuca e a segura de volta;
"Ponto final" - Joga a bola e a segura de volta.

Bole-bole
Norte
5 marias, saquinho, chincha, jogo das pedrinhas, nente, belisca, capitão, liso, xibiu e epotatá (em tupi, quer dizer “mão na pedra”), jogo do osso, onente, bato, arriós, telhos, chocos e nécara. Estes todos são nomes para a mesma brincadeira!
Para começar, tenha em mãos cinco saquinhos de pano cheios de areia ou arroz. Na brincadeira deve-se executar uma sequência de movimentos com os saquinhos. Há várias fases e ganha quem conseguir executar todas elas corretamente. Quem errar perde a vez, tendo que retomar, na próxima rodada, de onde parou.
A forma mais comum de jogar é começar jogando um dos saquinhos para cima. Antes que ele caia, deve-se pegar rapidamente outro saquinho com a mesma mão que atirou o primeiro e, ainda, recuperar o primeiro saquinho no ar, sempre com a mesma mão.

Mundo animal
Sul
Dois participantes devem dizer juntos "mun-do-a-ni-mal" e, ao mesmo tempo, colocarem um número com os dedos da mão.
Os números escolhidos são somados para saber qual é a letra correspondente no alfabeto (A é 1, B é 2, C é 3...). Por exemplo: se um coloca três e o outro, dois, a soma é cinco. Cinco é a letra "E".
Quando souberem a letra, os dois jogadores têm de falar o nome de um animal com a letra correspondente. Quem falar primeiro, será o vencedor.
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Uma mistura doce e líquida que é disposta em um saquinho plástico, congelada e consumida como uma variação popular do sorvete. Sacolé é coisa só de criança? De jeito nenhum! Prova disso são as versões gourmet que fazem a alegria de brasileiros de todas as idades. Conhecida por diversos nomes e com receitas que fazem você viajar por todo o país sem sair de casa, essa delícia gelada acabou consagrando um resultado que difere da criação original em dois pontos.
Ficou curioso? Vem com a gente! Por incrível que pareça, o sacolé surgiu como uma preparação salgada. A receita foi criada durante a Segunda Guerra Mundial para garantir doses diárias de proteínas aos marinheiros. E, para o espanto de muitos, o preparado que tem a cara do Brasil, na verdade, é de origem norte-americana.
Os nomes são um capítulo à parte. Mais conhecido como geladinho (por motivos óbvios), ele também pode ser chamado de chupe-chupe (entre paulistas e catarinenses), sacolé (para cariocas e gaúchos), laranjinha (em Goiás e no interior de Minas Gerais) ou dindim (no Norte, Nordeste e em Brasília). Há dezenas de outras alcunhas que, combinadas aos ingredientes utilizados, irão entregar qual é a região do Brasil visitada.
No Pará, onde são conhecidos como chope, os preparados destacam frutas típicas – como açaí e cupuaçu. Nas regiões Sul e Sudeste, o mais comum é usar polpas de frutas ou bebidas achololatadas. Dá para adicionar leite condensado e até para temperar com uma dose de álcool, criando um drinque de saquinho. Em tempos modernos, a mixologia molecular também entra em cena para criar sacolés mais refinados. Independentemente do sabor escolhido, a receita básica é misturar os ingredientes – suco adoçado de frutas com água ou leite com achocolatado em pó, por exemplo -, colocar o preparado em saquinhos de plástico atóxico, dar um nozinho para fechar a ponta e colocar no refrigerador até congelar.

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Como você chama essa receita na sua cidade? E qual é o seu sabor favorito? Compartilhe sua resposta com a gente usando a #ViajeEmCasa.
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Além das atrações para todas as idades, os parques da Disney também são reconhecidos pelas comidas e bebidas deliciosas. Você gosta de se aventurar na cozinha? Que tal preparar o famoso Blue Milk, uma bebida simples de preparar e que faz bastante sucesso na área de Star Wars?
Você vai se sentir um verdadeiro jedi, pronto para lutar ao lado da Resistência! Separe o liquidificador e prepare essa divertida receita. As crianças vão adorar!
Se você fica com água na boca ao pensar em algum prato ou alguma bebida da Disney, saiba que o site oficial da marca no Brasil fornece receitas de alguns dos preparados que fazem sucesso por lá. Assim, você pode transformar a sua cozinha em uma terra particular da magia. Não é incrível?

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Blue Milk
Porção:
- 1 xícara/copo de 250 ml
Ingredientes:
- 1 xícara de leite com baixo teor de gordura
- 10 mirtilos (ou blueberry)
- 1 corante azul natural
- 2 colheres de chá de açúcar
Modo de Fazer:
- Bata todos os ingredientes no liquidificador e se delicie! Simples assim!
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Originada há mais de dois mil anos na Corte Imperial, a arte japonesa do origami tornou-se popular e, hoje, é um passatempo conhecido no mundo todo. Também é uma ótima forma de se conectar com a cultura oriental de forma criativa e lúdica sem sair de casa.
Vamos tentar?
Origami em japonês significa “dobrar papel” e a arte baseia-se em criar representações de seres e objetos por meio de dobras geométricas, sem realizar nenhum corte ou colagem. Cada figura tem um significado poético e diferente para os japoneses, como por exemplo o pássaro - o chamado tsuru - que simboliza paz e boa sorte. Esse é o origami que vamos aprender hoje.
Siga o passo a passo abaixo e crie o seu próprio tsuru para decoração ou para presentear alguém querido!
COMO FAZER:
1. Separe uma folha de papel sulfite ou papel de presente e corte em um formato quadrado de qualquer tamanho;
2. Dobre essa folha pela metade, formando um triângulo;
3. Dobre novamente na metade, formando um triângulo menor;
4. Levante um dos cantos, insira um dedo na abertura e pressione para dobrar;
5. Vire e repita o passo anterior deste novo lado;
6. Com o lado fechado para cima, siga dobrando uma lateral em direção à linha central da folha;
7. Repita o mesmo processo com a outra lateral;
8. Volte a repetir o passo anterior com o outro lado;
9. A dobra agora está com o formato de um “sorvete”, é hora de dobrar a ponta superior para baixo;
10. Desdobre as laterais e ponta de cima;
11. Levante a aba e dobre as laterais para o lado de dentro, usando as marcas de dobras para que formem um losango;
12. Repita o mesmo processo do outro lado;
13. Abra um pouco a dobra, traga a ponta para cima e pressione a base, fazendo o mesmo com a outra ponta;
14. Afaste um pouco as pontas centrais e pressione a base;
15. Escolha uma das pontas e faça uma pequena dobra, esse será o bico;
16. Puxe as dobras do lado, inflando assim o seu origami.

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Tire uma foto do seu tsuru, poste nas redes sociais e marque a pessoa que você gostaria de presentear com o tsuru. Coloque a hashtag #ViajeemCasa
Fechar
As cores da Aurora Boreal tingem o céu de forma inimaginável. É preciso ter disposição para acordar de madrugada, mas presenciar esse espetáculo natural na Noruega vale todos os esforços. Essas luzes, que se tornaram atrativo turístico, eram muito importantes para os vikings. Esses bravos guerreiros, símbolos da força escandinava, acreditavam que elas eram o caminho rumo ao lar dos deuses para aqueles que caíam durante a batalha. Que tal transformar seus pequenos em vikings para criar uma divertida brincadeira? Você pode improvisar luzes e tornar sua sala um fiorde norueguês!
Para começar é fácil! Basta transformar um lençol velho em túnica e usar a imaginação para criar uma espada e um elmo de papelão ou EVA para os pequenos customizarem. A internet está repleta de ideias, das mais simples às mais complexas, com o passo a passo de execução.
Complete a experiência com uma refeição à base de salmão e batatas, ingredientes abundantes na Noruega e que faziam parte do cardápio desses guerreiros dos mares. Famosos pela visão corajosa que os guiava nas batalhas, os vikings são uma inspiração e tanto para viajar em casa!
Muito mais do que lutadores com capacetes que estendiam até o nariz, armaduras e escudos imensos, os vikings eram extremamente devotos a seus deuses e governaram essa região do planeta até o século 11. Quem nunca ouviu falar de Thor que atire o primeiro martelo, ops, a primeira pedra! Mais de mil anos depois, esses guerreiros têm papel importante e são reverenciados pelo grande legado que deixaram à civilização norueguesa – como a habilidade na navegação, excelência no comércio, e no transporte marítimo e na atividade agrícola. Tudo pronto para a brincadeira? Divirta-se!

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Dizem que quando ouvimos uma história, nos teletransportamos para os lugares onde a narrativa se passa. Então, se isso é verdade, arrume as malas, se prepare para a viagem, porque a história vai começar!
Você sabia que apesar de a palavra “machê” ter origem francesa, quem inventou o famoso papel das brincadeiras infantis foram os chineses? Pois é, a pasta de papel amassado e esmagado foi criada muito antes do nascimento de Cristo e era utilizada na confecção de objetos utilitários do dia a dia, como recipientes para alimentos e líquidos. Depois, a mistura passou a ser utilizada para decorar ambientes, em joias e até brinquedos. O ponto alto do papel machê é sua versatilidade!
Agora é hora de fazer parte da história. Vamos juntos? Você vai precisar precisar de papel — pode ser folhas de jornal, papel kraft, folhas de caderno ou papel higiênico limpo —, cola branca, água e um recipiente para misturar a massa. O primeiro passo é rasgar o papel em pedaços pequenos e colocá-los no recipiente. Depois, despeje um pouco de água morna. Nesse momento, exercite a paciência que tanto vemos nos nossos amigos orientais, deixando o papel amolecer um período de 10 a 12 horas.
Passado esse tempo, coloque a massa em um pano e esprema bem para retirar toda a água. Por fim, adicione cola branca aos poucos enquanto mexe a massa com as mãos. Assim que perceber que ela está com liga, pode começar a modelar!

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E aí? Fez uma obra de arte com seu papel machê? Compartilhe com a gente na hashtag #ViajeemCasa.
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Que tal se inspirar na arte dos azulejos turcos para entreter as crianças? Peças coloridas se unem para formar uma diversidade de imagens e contam histórias do ano 955 d.C. Foi nessa época que surgiu a tradição de decorar azulejos na Turquia uma das mais antigas formas de arte do mundo. Os turcos desenvolveram a técnica de modelar argila e pintar gravuras em tons de vermelho, cobalto, roxo e, claro, azul turquesa para criar os azulejos Iznik.
Mostre seu lado artista e crie uma versão caseira do Tiled Kiosk, o Pavilhão Azulejado do museu de Istambul. Com certeza, os pequenos vão adorar ver um punhado de barro se transformar.
Não tem argila em casa? Sem problemas! O material pode ser comprado em lojas de jardinagem ou de materiais de construção. Tintas coloridas e sobras de materiais escolares – como lantejoulas e purpurina – finalizam a lista de materiais. O resultado vai fazer essa prévia valer a pena!


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Quando acabar a brincadeira, compartilhe o resultado nas redes sociais com a hashtag #ViajeemCasa!
Brincadeira que pode durar dias!
Delimite um local que possa sujar e tenha sempre à mão um pote com água para amolecer a argila e facilitar o manuseio. Deixe a criatividade dos pequenos no comando para moldar os azulejos.
Antes de pintar as peças, é só deixá-las secar por 24h em temperatura ambiente ou colocá-las para assar no forno de casa por cerca de uma hora. Após este tempo, vocês podem começar a pintura com tinta guache. Outra dica bacana é pedir que os pequenos “carimbem” mãos ou pés em uma placa de argila para criar uma escultura em baixo relevo.
Além das peças se tornarem maravilhosas lembranças da infância e até mesmo itens de decoração mais preciosos que um azulejo Iznik, também será incrível quando vocês estiverem na Turquia e as crianças reconhecerem os azulejos! Estão preparados para essa deliciosa bagunça?
Para ajudar você, separamos esses moldes de azulejos turcos. Escolha o seu favorito, imprima e use de base para criar o seu.
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